Resumo nº1

 

Movimentos: posição, trajetória e tempo

 

A parte da mecânica que estuda os movimentos, sem ter em conta as forças que os produzem ou alteram, chama-se cinemática.

Iremos estudar movimentos dos corpos que se podem reduzir a uma partícula, isto é, não teremos em conta a variação da sua energia interna, assim como as suas eventuais rotações e deformações.

Para estudar o movimento de um corpo, o ponto de partida é saber «quando» e «onde» ele se encontra, ou seja, identificar a sua posição num dado instante.

 

Movimentos: posição

Para localizar a posição de um lugar à superfície da Terra usamos coordenadas geográficas: a latitude e a longitude.

 

 

Hoje podemos conhecer facilmente as coordenadas geográficas da nossa posição recorrendo a um GPS (sigla de Global Positioning System, Sistema de Posicionamento Global).

O GPS é um sistema de navegação por satélite que nos dá a conhecer, em tempo real, a nossa posição durante um movimento à superfície da Terra.

 

 

Atualmente qualquer Smartphone ou outro dispositivo móvel possui GPS e as mais diversas aplicações, para que seja possível conhecer a nossa posição e até traçar uma rota para alcançar o nosso destino.

 

Movimentos: trajetória

 

A linha que une as posições sucessivas de um corpo representa a trajetória do corpo.

Num corpo que se reduz a uma partícula – o seu centro de massa – quando nos referimos à sua trajetória pretendemos sempre dizer trajetória do seu centro de massa.

A trajetória pode ser classificada como:

 

 

De acordo com o tipo de trajetória, retilínea ou curvilínea, assim se classificam os movimentos em retilíneos ou curvilíneos.

Movimentos: tempo

Mas não basta localizar um corpo no espaço através da sua posição, é também preciso conhecer o instante, t, em que ele ocupa essa posição.

O intervalo de tempo, Δt, entre dois instantes é a diferença entre o instante final, tf, e o instante inicial, ti:

Δt = tf − ti

A medição do tempo faz-se de forma direta com relógios, cuja precisão será tanto maior quanto menor for o intervalo de tempo que conseguem medir.

Os relógios atómicos são os mais precisos de todos: o seu erro é inferior a um segundo em cada 100 milhões de anos!

 

 

São usados, por exemplo, em laboratórios e nos satélites dos sistemas de navegação, como o GPS.

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