Gil Vicente 1-5 FC Porto (resumo/crónica)

 

 

 

Resumo:

 

Crónica:

O FC Porto cumpriu a obrigação e passou em Barcelos, na casa do último, colocando pressão sobre o Benfica, que assim precisa de vencer em Penafiel para não ver reduzida a vantagem de seis pontos.
 
Casemiro à bomba (tiraço do meio da rua) e Martins Indi de calcanhar (belo golo a fazer lembrar Madjer) deram corpo a uma vitória natural dos dragões diante do Gil Vicente. Brahimi também ajudou à festa. Vítor Gonçalves ainda surpreendeu fazendo o 1-3. Oliver, com subtileza, aumentou para 1-4. Jackson, como é costume, ainda selou a goleada: 1-5.
 
Não fosse a noite muito inspirada de Adriano (várias defesa de grande nível), poderíamos ter assistido a um resultado ainda mais dilatado.

Foi um triunfo indiscutível e mais do que esperado, tendo em conta a grande diferença na tabela entre os dois conjuntos e, mais importante ainda, nos argumentos entre a modesta formação barcelense e um FC Porto que pretende, o mais depressa possível, recuperar caminho em relação ao Benfica.
 
Os dragões tiveram mais bola, mais oportunidades e muito mais ataques. A expulsão de Jander, pouco depois do 0-1, foi o fator que desequilibrou este jogo em definitivo a favor dos dragões.

Gil aguenta 35 minutos
 
Mas não estava fácil chegar ao golo. Na primeira meia hora, o Gil defendeu-se bem e saía rápido, e algumas vezes com perigo, para o contra-ataque.

Adriano foi a figura do encontro: um punhado de boas defesas do guarda-redes gilista, a travar os intentos de Jackson, Brahimi, Tello, Oliver, Herrera e amigos.
 
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Até aos 30/35 miniutos, o empate era mais do que justo: o FC Porto queria, mas não conseguia. O Gil, pragmático, gostava do empate, mas não enjeitava por completo tentar a vitória.
 
O tiraço de Casemiro mudou tudo
 

Até que apareceu o golaço de Casemiro. Um tiro do meio da rua, a apanhar Adriano de surpresa. Esta não dava mesmo para defender.

O FC Porto abria caminho e o segundo amarelo a Jander, pouco depois do golaço de Casemiro, facilitou a vida à equipa de Lopetegui.

Os sinais positivos que o Gil tinha dado na primeira meia hora tinham, simplesmente, desaparecido. 

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Indi de calcanhar, Brahimi a faturar
 

O FC Porto pôde passear superioridade no segundo tempo. Indi, de calcanhar, assinou o 0-2, em momento deslumbrante. O jogo estava resolvido. O 0-3, de Brahimi, já desenhava a goleada. 

Com menos um, e a derrota já encaixada, o Gil perdeu complexos e ainda teve força para chegar ao 1-3. Vítor Gonçalves assinou o momento inesperado, com responsabilidades para Alex Sandro. 

Mas Oliver ainda foi ao 1-4, concretizado com subtileza.

E ainda faltava Jackson
 

Já era goleada, mas Jackson ainda fez questão de fazer o gosto ao pé, com golo de belo efeito. Foi, ainda por cima, um golo histórico: o Cha Cha Cha ultrapassou Hulk como segundo melhor marcador estrangeiro do FC Porto, só atrás de Jardel.   

Os dragões goleavam mesmo e punham pressão acrescida na visita do Benfica, este domingo à noite, a Penafiel

 

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